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Centros Rurais
Através dos Centros rurais pretende-se à semelhança do que aconteceu com o QCA II, apoiar intervenções em territórios rurais constituídos por agregação de freguesias onde, claramente se destaquem produtos certificados ou com imagem de qualidade, já identificada, para a promoção do mundo rural.

As acções a apoiar incluem a implementação de pequenas infra estruturas de valorização da paisagem rural e dos aglomerados que a suportam, iniciativas de valorização da paisagem rural e dos aglomerados que a suportam, iniciativas de valorização e reutilização de pequenos equipamentos de apoio à actividade agrícola, em favor da comunidade local, acções de divulgação das actividades do centro rural e de animação das comunidades envolvidas.

Tipologia dos projectos:

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Melhoria da rede de infra-estruturas básicas e qualificação do espaço público;

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Recuperação de pequenos equipamentos (estábulos, palheiros, moinhos), adaptando-os às necessidades actuais da população;

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Recuperação da envolvente paisagística criando condições de utilização (miradouros, parques de merendas) e preservando a qualidade dos espaços naturais.

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Acções de apoio à divulgação, promoção e comercialização dos produtos certificados ou cuja qualidade seja emblemática do centro rural;

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Acções de animação divulgadoras de práticas tradicionais a que se possam associar outras iniciativas, nomeadamente de desporto e lazer.

 

Centro Rural do Alto Paiva
Medida II.3 - Acções Inovadoras de Dinamização das Aldeias

 

» 1.1 – Delimitação Territorial

O Centro Rural integra 6 freguesias: Pendilhe, Touro, Vila Cova à Coelheira, do concelho de Vila Nova de Paiva, Almofala, Cujó e São Joaninho, do concelho de Castro Daire e apresenta um total de 4.301 habitantes.

Situa-se na parte setentrional da província da Beira Alta, distrito de Viseu e faz parte da Sub-Região Dão-Lafões. É delimitada a norte pelo concelho de Castro Daire e de Tarouca, mais concretamente pelo maciço Serra do Leomil, a sul pelos concelhos de Castro Daire, Vila Nova de Paiva e Viseu, a nascente com freguesias dos concelhos Tarouca e de Moimenta da Beira e a poente com o concelho de Castro Daire.
A altitude média é de 850 metros, sendo a cota máxima de 1000 m, a zona de intervenção é atravessada pelos rios Vouga, Côvo, Calvo, Touro e Mau e é delimitada a sul pelo Rio Paiva. Este último é o curso de água com maior importância na zona em questão.
O território apresenta características específicas fruto da sua localização em zona de montanha, a paisagem é agreste e abundam os incultos nos lugares mais elevados. O clima é do tipo atlântico em transição para o continental, sendo estas condições determinadas pelo relevo e distância à costa.
A paisagem é agreste, mais de 80% do área estende-se acima dos 700 m, sobre um vasto planalto extremamente dissecado por uma rede hidrográfica bastante ramificada.


Registou-se uma diminuição da população nos últimos 10 anos de 4,2 % tendo esta se verificado sobretudo nas freguesias localizadas a maior altitude. Esta diminuição reflecte a falta de condições sócio-económicas para atracção e manutenção das pessoas nos seus lugares.
De acordo com os últimos Censos o nível de instrução da população residente na área de intervenção é muito baixo. Há carências de infra-estruturas básicas, nomeadamente, no que respeita aos acessos às freguesias, encontrando-se algumas calçadas bastante degradadas. Ainda não há cobertura total pela rede de esgotos, água e recolha de lixo.

Ao nível dos serviços sociais de proximidade, nomeadamente equipamentos de saúde, de educação, de apoio à terceira idade e de convívio e de lazer, verificam-se insuficiências, concentrando-se grande parte destes nas sedes de concelho.

Existe necessidade em termos de ATL’s, que ocupem as crianças fora do período escolar, permitindo às mães arranjar um emprego, tanto na freguesia como nas povoações mais próximas. Dado o envelhecimento da população é necessário incrementar os serviços de apoio à terceira idade.

 

» Objectivos a atingir

Tendo em conta as especificidades da zona, pretende-se implementar uma estratégia integrada de desenvolvimento que contribua para o aumento da identidade local e do nível e qualidade de vida da população rural contribuindo para a inversão da tendência para a saída tanto para o estrangeiro como para as grandes cidades e sedes de concelho.

Para a concretização destes objectivos globais, que permitirão dinamizar a zona de intervenção, é necessário alcançar os seguintes objectivos específicos:

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Valorização do património natural, patrimonial e cultural, como ponto de partida para o incremento da actividade turística, nomeadamente os monumentos arqueológicos/históricos, as construções rurais e os usos e costumes da região;

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Incrementar a qualificação e promover a empregabilidade da mão-de-obra disponível, dando especial relevo às mulheres e jovens à procura do primeiro emprego;

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Melhorar o acesso à informação, nomeadamente, através da utilização das novas tecnologias;

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Criação de complementaridades com os restantes concelhos, no âmbito patrimonial e turístico.

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Incremento da actividade produtiva, reforçando a diversificação com base nas potencialidades endógenas, nomeadamente, a criação de pequenas estruturas de produção e comercialização dos produtos;

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Diversificação das actividades nas explorações agrícolas;

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Melhorar a rentabilidade da exploração extensiva das raças autóctones (caprinos e bovinos);

 

» Estratégia de intervenção

A estratégia de desenvolvimento global da zona, assenta em 4 eixos estratégicos:

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A valorização em termos turísticos;

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A valorização em termos patrimoniais.

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A valorização dos recursos humanos;

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A valorização em termos agrícolas;

Dado que o território da Zona de Intervenção se caracteriza essencialmente pelo desenvolvimento da actividade agro-florestal, é importante ter presente esta realidade ao traçar a estratégia, por forma a promover a dinamização destes lugares. Assim sendo, a base de ocupação do espaço e de grande parte da mão de obra, deve ser considerada como actividade transversal na estratégia a implementar, articulando-a com os outros eixos, como sejam a valorização económica, turística, patrimonial e dos recursos humanos.

Devem-se tomar medidas de modo a tornar a actividade viável, através de melhorias fundiárias, aquisição de equipamentos, incentivo à produções típicas e biológicas, apoio técnico e sanitário, garantindo o escoamento dos produtos. Toda a fileira deve ser contemplada.

Neste sentido é importante a adaptação e modernização das pequenas explorações familiares. Os caminhos rurais e agrícolas, bem como os muros, devem ser melhorados, por forma a facilitar o acesso às parcelas, devendo ser montada uma rede de caminhos florestais permanente transitável, bem como outras infra-estruturas, como os aceiros. No entanto, estas operações devem ser conjugadas com o plano agro-florestal do concelho.

Uma importante fonte de rendimento, actualmente, dada a desconfiança do consumidor em relação às produções intensivas, é a criação de gado bovino, caprino e ovino autóctone. Contando com condições favoráveis a nível edafo-climático, deverá promover-se a criação extensiva de gado através da melhoria do nível de aproveitamento dos baldios, com potencialidade forrageiras e das áreas florestais.

No sector dos produtos típicos, salientamos que além dos frescos existe uma variedade de produtos transformados, como os enchidos, os queijos, as compotas, o mel, o pão, etc.. Para a sua valorização deverão ser apoiadas unidade de transformação que cumpram os requisitos legais, fomentar a criação de postos de venda ou outros circuitos de comercialização e ainda nos restaurantes locais. Os espaços de venda no local deverão ser implementados preferencialmente em imóveis com interesse patrimonial.

Como complemento às produções alimentares, deve ser dinamizado o artesanato, incentivando a produção e comercialização, bem como a adaptação às preferências actuais em termos de criação e design, mantendo a sua originalidade. O que exige a realização de acções de formação para os produtores agrícolas e artesãos, necessárias para a qualificação da mão de obra disponível, de forma a enquadrá-los nas novas actividades a desenvolver. Tendo em conta que esta mão de obra é constituída essencialmente por mulheres é importante reforçar os saberes-fazer e orientá-las para o mercado de emprego existente.

Dadas as potencialidades e dinamismo do território em termos de caça e pesca, este sector deverá ser fomentado, como forma de diversificação das actividades de lazer. No entanto, a exploração dos recursos naturais renováveis, deverá ser racionalizada.

A importância do património rural existente nestes lugares leva-nos a apoiar projectos de modo a ser reabilitado, tanto em benefício da população local que a utiliza, como de turistas e visitantes, que a apreciam, de outra forma compromete-se a identidade existente. Para tal deverá, entre outras, promover a criação de museus rurais.

Em determinadas áreas da Z.I. existem conjuntos significativos de espigueiros tradicionais, que apesar de ainda estarem em utilização, alguns encontram-se degradados observando-se a introdução de novos materiais que, por vezes, promovem a sua descaracterização. Além destes existem outros localizados por todo o território, sendo imperioso valorizá-los e articular a sua dinamização através da criação de um circuito dos espigueiros. Este deve integrar-se noutras iniciativas semelhantes, nomeadamente, circuito dos moinhos, do património e roteiros existentes nos concelhos, pois grande parte deste património localiza-se nestas freguesias.

Como complemento, deverão ser criadas novas zonas de lazer, com a instalação de equipamentos lúdico-culturais, contribuindo para a ocupação dos tempos livres dos jovens e demais população reforçando a vontade de permanecer nos seus locais de origem. Para tal deverá ser melhorado o número e nível de equipamentos colectivos em áreas como a saúde, educação e apoio social.

Estes lugares devem ser criados e divulgados, trazendo mais valias para o local, através da criação de circuitos turísticos relacionados com o património natural, arqueológico e rural, dando-se assim a conhecer a região e a sua gastronomia. No entanto, para os promover é necessário criar estruturas de apoio à actividade turística, como o alojamento em meio rural e melhorar a restauração existente.

É fundamental, para organizar a oferta, para os turistas e visitantes destes lugares, realizar uma correcta sinalização dos lugares e monumentos de interesse e divulgação dos mesmos fora dela, dando especial destaque à sua articulação com as iniciativas levadas a cabo para o concelho.

Para tornar mais agradável e facilitar a vinda de turistas e visitantes é necessário efectuar melhorias nos acessos à freguesia e no interior das aldeias. Quanto a aspectos visuais e paisagísticos salientamos que a retirada dos cabos aéreos nas povoações em muito iria favorecer os locais. Assim como, a reabilitação das habitações, que para além do impacto visual positivo, também contribui para melhorar as condições de habitabilidade.

Em alguns locais deverá ser articulado com outras intervenções nos espaços circundantes, nomeadamente, a reabilitação do conjunto de espigueiros e demais construções da área, como habitações, palheiros e tanques.

Para levar a cabo todas estas iniciativas e projectos é necessário realizar acções de informação e sensibilização da população em especial dos jovens e das mulheres para a dinamização das actividades e animação da freguesia, promovendo-se uma maior abertura e implicação destes no seu desenvolvimento, ou seja, incrementar-se a iniciativa e vontade própria.

Em forma de conclusão, a estratégia adoptada tem em conta a necessidade de intervenção que vise a preservação dos recursos locais, visto estes constituírem os elementos do património que possibilitam ganhar vantagens comparativas. Oferecendo-os à população de forma preservada e organizada em forma de circuito turístico.

Pretende-se a integração do ambiente com os diferentes sectores económicos. Os recursos locais apresentam-se como factores impulsionadores para o desenvolvimento da zona de intervenção, a valorização dos referidos recursos, com especial importância para os agro-florestais e patrimoniais, é uma aposta fundamental, tendo-o como objectivo a preservação da paisagem e a possibilidade de serem potenciados por outras actividades, aumentando assim a atractividade das zonas rurais, levando a fixação das suas populações e outras externas que apreciem viver de forma mais calma.

Para levar a efeito a estratégia é fundamental promover uma cooperação local que sirva de base para a incrementação e dinamização das seguintes acções:

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Implementar o roteiro arqueológico sobre rodas;

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Recuperar e dinamizar os equipamentos de uso comunitário;

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Criar a rota dos “espigueiros”, dos moinhos, das praias fluviais, integrando-os nos circuitos turísticos e roteiros já existentes;

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Promover a criação de museus rurais ;

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Instalar e dinamizar postos de venda de produtos tradicionais;

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Requalificar edificações tradicionais e equipamentos rurais;

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Implementar espaços de lazer e recreio;

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Criar infra-estruturas de apoio às actividades culturais;

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Implementar circuitos com interesse turístico-culturais.

 

» Diagnóstico

 
Pontos Fortes Pontos Fracos
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Proximidade a novas acessibilidades – IP3, IP5, variante as Estradas Nacionais 323 e 329 (em fase de construção).
 

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Recursos naturais, paisagísticos e patrimoniais.

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Qualidade ambiental.
 

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Recursos cinegéticos e piscícolas.
 

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Existência de produtos típicos de qualidade.
 

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Grandes áreas de baldios e floresta.
 

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Património arqueológico e património rural.
 

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A zona de intervenção está identificada na região das “Terras do Demo”, o que funciona como marketing a nível turístico.
 

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Estabilização da população residente.
 

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Proximidade a São João de Tarouca.

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Degradação e descaracterização das habitações e construções rurais mais típicas como palheiros, moinhos e espigueiros.
 

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Degradação e abandono das praças principais, com toda a sua riqueza patrimonial e simbologia.
 

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Fraco aproveitamento e constante abandono e degradação dos recursos naturais com potencialidades turísticas, nomeadamente praias fluviais, parques de merendas, etc.
 

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Falta de mão-de-obra qualifica de acordo com as necessidades locais.
 

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Despovoamento e descaracterização de alguns lugares.
 

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Envelhecimento da população, nomeadamente da população activa na agricultura, resistindo à mudança.
 

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Elevada taxa de analfabetismo da população agrícola.
 

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Desestruturação dos circuitos de comercialização.
 

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Carência de infra-estruturas básicas, saneamento e abastecimento de água ao nível das pequenas povoações.
 

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Inexistência de unidades hoteleiras.
 

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Fraca divulgação turística supra concelhio.
 

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Deficiente aproveitamento económico dos recursos cinegéticos.
 

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Algumas falhas em termos de infra-estruturas para a actividade agrícola, nomeadamente, regadios, muros, electrificação, etc..

 
Oportunidades Ameaças
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Identidade e imagem da região.
 

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Existência de recursos naturais, culturais, patrimoniais, gastronómicos e artesanais para aproveitamento a nível turístico, desportivo, recreativo e de lazer.
 

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Produtos tradicionais de qualidade, tendência para o aumento do seu consumo.
 

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Mão-de-obra feminina e jovem disponível com formação.
 

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Colectividades emigrantes com os seus saberes-fazeres adquiridos.
 

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Condições para aproveitamento das energias alternativas.
 

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Existência de colectividades culturais, recreativas, sociais e desportivas dinâmicas, que permitem a preservação cultural e das tradições.
 

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Algum aproveitamento dos produtos artesanais com introdução da inovação, cuja procura está a aumentar.
 

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Existência do Roteiro Arqueológico do Concelho de Vila Nova de Paiva.
 

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Boa aptidão para ervas aromáticas e medicinais.

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Envelhecimento da população e abandono das habitações e outras construções de apoio.
 

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Abandono de alguns núcleos rurais e consequente perda do património rural e cultural.
 

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Abandono escolar precoce.
 

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Falta de consolidação urbana dos interiores dos núcleos rurais para promoção turística dos mesmos.
 

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Desconhecimento, por parte da população jovem, das possibilidades que o mundo rural oferece, desmistificando a ideia “tudo o que existe fora é que é bom”.
 

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Resistência de alguma população às iniciativas a desenvolver para a dinamização local.
 

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Fraca taxa de natalidade.
 

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Falta de diversificação das oportunidades de emprego.
 

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Forte tendência para a emigração.
 

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Tendência para a perda de usos e costumes da região.
 

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Baixa produção de produtos agrícolas e fraca resposta às solicitações do mercado.
 

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Inexistência de circuitos de comercialização, nomeadamente, ausência de postos de venda dos produtos, no local.
 

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Área com risco de incêndios e consequente perda da mancha florestal.
 

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Fraca divulgação destes locais no exterior, dos seus recursos patrimoniais, paisagísticos e culturais.
 

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Fraca articulação do Roteiro Arqueológico com outras actividades potenciais locais, nomeadamente, gastronómicas, artesanais e património rural.

 

» Projectos a Realizar / Realizados 

 

  • Centro de Exposições de S. Joaninho e Restauro de Eira e Espigueiros
    O projecto visa a criação de um espaço para exposições diversas e venda de produtos locais a situar junto ao edifício da Junta de Freguesia de S. Joaninho, para utilização por parte da população da freguesia e turistas de visita Pretende-se dotar este espaço com capacidade para receber pequenas exposições e outras actividades de carácter lúdico, cultural ou turístico. Para além da preservação de património histórico e edificado pretende-se a dinamização cultural, social e turística do espaço e sua envolvente e da povoação onde se insere. O programa consiste nos seguintes trabalhos: Demolição de muros, limpeza de todo o recinto e correcção das cotas do terreno, construção do edifício (espaço de exposição de arte popular, agrícola, e etnográfica local, e espaço de venda de produtos locais tradicionais), restauro do lageado e dos acessos a cubo de 10 cm de granito, restauro dos espigueiros anexos.
     

  • Construção do Museu Rural de Pendilhe
    Pretende-se recuperar uma casa tradicional localizada no centro da aldeia que apresenta as maiores características rurais, de modo a permitir a instalação de um museu rural, uma loja de artesanato e um posto de informação. Pretende-se com este investimento a preservação do património rural/cultural; divulgação da cultura e artes e ofícios tradicionais; promover a realização de actividades culturais e recreativas, funcionando como pólo de atracção de turistas.

 
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