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Formação e Qualificação GERAL
Num contexto de profunda instabilidade, em que as mudanças se registam, essencialmente,
ao nível dos modelos tradicionalmente utilizados, surgem grandes desafios às entidades
que estão mobilizadas no processo de desenvolvimento, nomeadamente das zonas rurais.
No âmbito da sua actividade e estratégia, associação, diagnosticou a necessidade
de proceder a formação e qualificação à medida, para grupos alvo com necessidades
específicas de acordo com as diferentes realidades e necessidades que o território
apresenta.
“Para as pessoas e para o território”
Nesta área os objectivos gerais são:
Para a prossecução dos objectivos estamos acreditados, pelo INOFOR – Instituto para
a Inovação na Formação, para intervir nos seguintes domínios:
Há uma forte ligação entre a formação e a qualificação promovida e os projectos
desenvolvidos noutras áreas pela entidade. Se por um lado são implementados projectos
de valorização dos espaços rurais, melhoria de acessos, recuperação de património
(histórico, agrícola, religioso e cultural), apoio a postos de venda e exposição
de produtos tradicionais, apoio a pequenas empresas, promoção e animação dos territórios,
dinamização associativa e apoio social, por outro interessa qualificar os recursos
para aproveitarem mais eficazmente as potencialidades e oportunidades do território.
A formação profissional ministrada tem por finalidade permitir uma maior flexibilidade
e um aumento das competências da mão-de-obra existente na área de intervenção, as
acções de formação dirigem-se, essencialmente, à população em meio rural, uma população
específica e diferenciada. No meio rural deparamo-nos com jovens com qualificação
insuficiente e em idade activa a quem é necessário e urgente formar, a qual pretendemos
que seja específica em áreas dinamizadoras no desenvolvimento do meio rural. Existem,
também, mulheres em idade activa com baixa qualificação e escolaridade e sem uma
actividade remunerada, sendo necessário promover uma formação orientada, de forma
a promover a sua empregabilidade e integração social, nomeadamente em áreas com
alguma oferta de emprego na região como a hotelaria, restauração, a animação turística,
a indústria têxtil e alimentar, a transformação e comercialização de produtos locais,
o artesanato e o apoio aos idosos e crianças.
Numa lógica de parceria e de criação de sinergias, na fase de implementação prática
das acções no terreno, privilegia-se a utilização dos recursos locais existentes.
Uma vez que pretende fazer “formação à medida” de acordo com necessidades pontuais
detectadas e promovendo um aproveitamento efectivo das potencialidades existentes,
não nos sobrepondo a outras actuações. Assim, componentes como: estruturas físicas,
equipamentos, formadores e pessoal não docente, privilegiam os existentes a nível
local, criando sinergias e dinâmica nos sítios onde se realizam os cursos, reforçando
as competências organizativas do território.
Parcerias (Formação)
Entidade parceira com o Centro de Promoção Social, para o desenvolvimento de cursos
de formação “Guias Turísticos” e “Saberes Fazeres Tradicionais”, candidatados ao
PO do Centro Eixo II – Medida II.8 – Desenvolvimento dos Recursos Humanos e Promoção
da Coesão Social, integrada no reforço do Centro Rural Norte de Lafões, ano 2002,
com a duração de 1582 horas e 1596 horas respectivamente.
As acções de formação decorreram na área do Centro Rural Norte de Lafões e estão
fortemente ligados às iniciativas levadas a cabo no âmbito deste programa.
Com o curso de Guias Turísticas pretendeu-se dar formação a jovens, oriundos essencialmente,
das freguesias do Centro Rural de modo a promover uma melhor acessibilidade a locais
de interesse turístico e a melhorar a oferta em termos de animação turística no
território.
Arquivo Histórico
Durante a vigência do II QCA promoveram-se as seguintes acções de formação e sensibilização:
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